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domingo, 11 de março de 2012

Para


O espelho reflete um rosto
Cansado e abatido de tanto pensar
O corpo cansado como
Um castelo de areia à desmoronar

Mais uma vez deixa-se
As virtudes para trás
E aponta-se somente as falhas
Os erros de quem se sujeita a viver

Apertar 'stop'
Não é a solução
Ainda há muita
Vida meu irmão

Poetas dançam no fogo (cruzado)
Na esquina entre a razão e a loucura
No limite entre o amor e o ódio
Eles falam por uma multidão calada

Um para-raio
Para-o-raio-que-o-parta!
Na tempestade vamos
Para a rua dançar

(É neste momento que você para tudo e começa a cantar)

Douglas Dutra
PS: Desconheço o autor da fotografia

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